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Une musique, selon l'humeur ...

25 de Abril

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DIGITALIS PURPUREA

Photo de Luis Miguel Alves Moura

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Ce sont des fleurs printanières assez rependues dans la région de Barroso, au Nord du Portugal.

Lorsque qu'enfants mon frère et moi nous nous promenions à travers les champs avec nos parents,  nous avions certains amusements simples (que nos parents pratiquaient jadis) il y avait la cueillette de framboises sauvages et faire éclater contre ses mains les petites clochettes  roses de la Digitalis Purpurea.

Il fallait surtout faire attention aux orties, sinon bonjour les démangeaisons !

Hymne à la région de Barroso (Tras-os-Montes), por Cristina Walrand

Reportagem:Gastronomia de Trás-Os-Montes

La neige est tombée sur le village de Gralhas

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Photos de Ricardo Moura, décembre 2008

A tradiçao do do de centeio

Ver o documetario da TV BARROSO AQUI

Pao_de_centeio"O saboroso pão de centeio cozido a lenha, as deliciosas bicas de carne, tradição ainda muito enraizada em Barroso"

 

Freguesia de Cambezes do Rio, Montalegre

Cambezes_do_rio_2"É uma das poucas povoações expostas ao cortante frio do setentrião, além de que, segundo a carta do Instituto Geográfico e Cadastral, de 1/50.000, é cortada a meio pela curva de nível dos 1000 metros de altitude, situação a que poucos lugares se alcandoram. O termo de freguesia é dividido a meio pelo Cávado.
Encabeça, portanto, as freguesias ditas “do Rio”. Pode dizer-se que esta freguesia barrosã mantém um altíssimo nível de rusticidade e tipicismo bem próprios para filmes medievais a que até o seu orago se adapta com enorme propriedade. Com efeito, este mártir da Capadócia tem culto antiquíssimo na Península Ibérica. O ser advogado das mães que aleitam os filhos deve-se talvez ao facto de a mãe dele (Santa Rufina) o ter parido quando ela e o marido estavam na prisão, durante a perseguição do feroz e tresloucado imperador Aureliano, nos fins do terceiro quarteirão do século II"
extracto do site CM MONTALEGRE

Descobrir Cambezes do Rio AQUI

Visage "transmontano", plus de 90 ans

Rosto_transmontano_2_2Photo de MANUEL GONCALVES

Fumeiro de Vinhais

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Préparation de la charcuterie fumée de Vinhais (Tras-os-Montes) vu par la photographe MANUEL GONCALVES

Castelo de Montalegre

Montalegre Photo de LUCIA LETRA 

VIDA E COSTUMES

Hiver_2 "Gralhas, sempre foi uma zona de temperaturas extremas, que se traduzem em muita chuva e neve no inverno e elevado calor no verão. Sabe-se hoje, que na época dos Castros e no periodo que se lhe seguiu, os habitantes das zonas, que hoje envolvem a freguesia, vestiam uma túnica de lã ou de linho, conforme a época de Verão ou Inverno, a qual descia do pescoço, até um pouco acima do joelho, ou ainda um saião curto, por alturas em que o calor apertava mais.
Da chuva e da neve, protegiam-se com uma capa negra de lã, algo semelhante ao sagum celtibérico - sendo provável e pacífico, que mais tarde lhe fosse adaptado um capuz, da qual resultou a ainda existente «capa» ou «capucha» de borel, que todos nós conhecemos – e com vestimentas, feitas com jungos, a que mais tarde se veio dar o nome de «crossas» ou «crôssos».
Em termos de alimentação e antes do centeio ter sido aqui introduzido pelos Celtas, os nossos antepassados consumiam, pão de landras (bolotas) dos carvalhos, que eram tostadas, moídas e posteriormente cozidas através de processos desconhecidos, leite, carne proveniente da caça e ainda a conseguida, através do abate de gado ovino ou caprino que possuíam, milho e peixe. As populações agrupavam-se em comunidades ligadas por laços sanguíneos, ou em tribos, quando as desavenças assim o determinavam.Viviam em regime comunitário, perfeitamente harmonizado e em perfeita sintonia com os direitos e obrigações, que a própria comunidade impunha a si mesma e que o respectivo chefe geria. "

Extracto do livro "Gralhas-Minha Terra, Minha Gente" 

Gens de la région de Barroso

Estava a velha no seu lugar
Veio a mosca chatear
A mosca na velha, a velha a fiar…

Photo de Antero de Alda

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Gens de la région de Barroso

Fourel «Le Barroso peut s'enorgueillir d'ètre un des derniers lieux ou le mot Humanité a un sens.»

Photo de Gérard Fourel

Momentos rurais

Momentos_rurais Photo de RUI PIRES

Momentos rurais

Sans_titre1 Photo de RUI PIRES

Imagens de uma chega de bois

histoire de virilité et de force...

Terras Transmontanas

Montage de photos de Georges DUSSAUD

Rota do contrabando

Pao caseiro...

Ao_caseiroLe pain "pao centeio" que faisait ma Grand-mère était un délice...

Photo de JOAO CORROLA

Rota do Azeite

Foto de NANYAzeitona_copie

Pequena reportagem sobre à rota do azeite em Tras-os-Monte AQUI

Carvalhais, terra transmontana

O pao da amizade

O_pao_da_amizade Photo de CARLOS PEDRO

Terra, minha aliada...

Carlos_pedro Photo de CARLOS PEDRO

Tradição da castanha em Trás-os-Montes

Castanheiros caracterizao a paisagem de outono em Tras-os-Montes.

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Homems e mulheres dedicam um mês a apanha do fruto.  A castanha é um complemento importante da gastronomia Transmontana

Tras-os-Montes é por excelencia a regiao da castanha

Vejam a reportagem sobre a apanha das castanhas AQUI

Photo de Paulo Jorge Amaral Rebelo Pereira 

Olhar que dura e perdura

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"Olhar que dura e perdura de um Rosto Transmontano - Traços de uma dura vida marcados na alma e no rosto. " Moás/Vinhais
"Regard qui dure et perdure" magnifique photo du photographe  RAUL COELHO 

Serão Transmontano

Serao"Alheira de Vinhais, num Serão Transmontano" foto de Raul Coelho

Aldeia de Sezelhe

Photo de Vitor Pereira extraite du site CANCELAS

Sezelhe_2 "Sezelhe, junto com Travassos, é a freguesia onde a desertificação mais se sentiu após a construção da barragem de Sezelhe que tem hoje duas pontes que enfeitam a policromia da paisagem nas duas margens. A sua riqueza é a agro-pecuária devido à irrigação dos lameiros.

A barragem, a caça e a pesca e ainda uma nascente sulfurosa ali existente podem constituir um polo de desenvolvimento importante para a freguesia. O Altar da Moura da Serra indica uma tradição de lendas esquecidas" CM MONTALEGRE

Découvrez Sezelhe sur le blog SEZELHE

"TRÁS-OS-MONTES" de António Reis e Margarida Cordeiro

"Trás-os-Montes (1975) sera présenté au Festival de Rotterdam et au Festival de Venise. Suit Ana (Venise 1984). Dans ces films, ils évoquent la noblesse des gens de ces villages perdus, leurs traditions, leur beauté dépouillée, granitique, comme celle de la montagne"

Cancela de Covelães, Montalegre

Covelaes_2Photo extraite du site CANCELAS dont la particularité est de faire découvrir aux internautes les photos de barrières ou grilles du Portugal rural.

La délicieuse charcuterie de Tras-os-Montes

Fumeiro_2Sous l'objectif du très talentueux  AGOSTINHO CHAVES

Aldeia de Sarraquinhos

Sarraquinhos_2 "A freguesia de Sarraquinhos fica situada no concelho de Montalegre, distrito de Vila Real. Estende-se pela margem direita do rio Beça.
Tem por vizinhas as povoações de Arcos (freguesia de Cervos), que fica a 3 kms da aldeia de Antigo, anexa de Sarraquinhos; Barracão, a 3 kms da anexa sua Zebral; Meixide, a 3 kms da anexa Pedrário; S. Mateus (freguesia de S. Vicente), a 3kms da anexa Cepeda.
O primeiro povoamento destas terras remonta a épocas muito recuadas, provavelmente à proto-história.
São vários os sinais que nos remetem para esta época, tais como os vestígios encontrados de dois castros na área de Sarraquinhos, sendo o de Predário de maior valor estratégico, na defesa das suas gentes.
Este castro teria sido um povoado fortificado dessa época."

Extracto do site http://sarraquinhos.com/

Découvrez Sarraquinhos (village de 6 enfants) dans un petit film documentaire sur Saint Bartolomeu le Saint Patron des anciens  de Sarraquinhos, sur : TV BARROSO

O folar transmontano

FolarNous ne pouvons évoquer la gastronomie Transmontana (ici, de Vilar - Boticas) sans évoquer le célèbre «folar ».

Cette photo est la 7ª d'une série sur la thématique du  "Folar" (un pain farci de viande que l'on prépare durant les fêtes de Pâque), dont l'auteur est Agostinho Chaves
Les femmes qui préparent la pâte, avant de la laisser reposer font une croix avec la main droite psalmodiant :

"S. Vicente te acrescente/ "Saint Vincent te fasse grandir
S. João te faça pão/          Saint Jean te fasse pain
A Virgem Nossa Senhora/    La Vierge notre Dame
Te deite Sua Benção."/      Te donne sa bénédiction"

Alturas de Barroso

Alturas_de_barroso Photo de Antero de Alda

Por terras de Barroso

Aldeia de Mourilhe

2324689419_ac01fd2f351_3  «Segundo alguns historiadores, Mourilhe é um nome que se liga ao período da Reconquista Cristã.
Foi terra de mouros e terá sido na altura da guerra, entre cristãos e os mouros que esta paróquia terá nascido.
Nesta freguesia tem assento a capela de São Paio, que através de textos consultados terá sido a primeira igreja paroquial. Por isso, ainda se defende, que a freguesia deverá apresentar como padroeiros ora São Tiago ora S. Paio.
Teve foral de reguengo de D. Afonso III em 1296. Tinha Mourilhe em 1836, 32 fogos e 182 habitantes. Em 1980 tinha 162 fogos e 295 pessoas.
Em 4 de Abril de 1854 arderam 122 casas e a igreja matriz e em 4 de Junho de 1875 voltaram a arder as mesmas, menos a igreja.
Por estes montes e caminhos velhos ia o caminho dos romeiros e peregrinos de Santiago, passando pela fonte da Moura, Picoto do Romeu, Trás do Monte da Pedra Infesta a Santiago de Rubiás, capital do extinto Couto Misto.
É uma povoação essencialmente agrícola, onde outrora abundava a produção de centeio, batata e milho. Hoje, a grande alternativa é a criação de bovinos, ovinos e caprinos de carne.
Aldeia situada a 6 km de Montalegre na margem direita do Cávado a cerca de 1000 m de altitude. Os seus altos montes vão acima dos 1400 m no Cabeço Alto, onde se situam 9 eólicas. Nestes montes passam pela aldeia e entram no Cávado, os seguintes ribeiros; corga de Felgueiras, Corga dos Facheiros e das Saínças, e o ribeiro de Vilarelho que vai unir-se à das Pedreiras e das Bouças, regando lameiros sempre verdes.»

Site http://freguesiademourilhe.com/

Photo de FranciscoOliveira

Memorias de Tras-os-Montes

Miguel Torga fala de Maria Leonça, uma mulher transmontana

Redécouvrez Miguel Torga sur BIBLIO MONDE

Ovelha Transmontana

Ovelha_transmontana_2 Photo de Henrique Pereira

Mulher fiando

Mulher_fiando_2 Filer la laine était pour beaucoup de femmes de Barroso un passe-temps utile

Une fois filée, ma grand-mère tricotait ensuite de grosses chaussettes en laine épaisses et rugueuses indispensables pour les rudes hivers  de cette région montagneuse.

Photo de Jose Prata dos Reis

Carro de Pastor - Tras os Montes - Mirandela

Carro_o_de_tras_os_montes Photo de Henrique Pereira

Flora do conselho de Montalegre : a CARQUEJA

A Carqueja ou Giesta de carqueja (nome cientifico : Chamaespartium tridentatum) e um arbusto com muitos ramos. Não possui verdadeiras folhas uma vez que estas se dividem em três e sob a forma de dentes, daí o nome tridentatum. As flores são amarelas e as sépalas Carqueja (mais pequenas que as pétalas) que as revestem possuem pêlos.

Época de floração: Maio a Julho

Habitat: Matos e pinhais, em solo seco nas montanhas transmontanas do Barroso e da Galiza

Curiosidades: Possui aroma adocicado e é utilizada para a cura de gripes, constipações e nervos.

Extracto do site ecomuseu

Foto de Rute Micaela

Momentos Rurais

Momentos_rurais_2 Photo de Rui Pires

Gosto destes momentos simples revelados pelo olhar de Rui Pires ...

que estara pensando este homem ...

onde é que ele nos transporta ?

"Olà Ti Zé ?? Que esta por ai a fazer ? "

Férias em Barroso - Chouribebes do Barroso

Dia das bruxas em Montalegre

Dia_das_bruxas_2  "Montalegre prepara maior espectáculo de sempre com mais uma "Sexta 13" complementada com a Feira do Esconjuro (13 a 15 de Junho). Animação reforçada em três dias de romaria à capital do Barroso.

Montalegre enche-se hoje de magia e cor com a tão aguardada "Noite das Bruxas" (a única do ano). Um espectáculo que promete surpreender e no qual deve seduzir milhares de apaixonados pelo misticismo. Paralelamente decorre, até Domingo, a Feira do Esconjuro, no Pavilhão Multiusos de Montalegre" extracto do site http://www.cm-montalegre.pt/index.php

Ver tambem pequena apresentaçao na TV BARROSO

Aldeia de Paradela

Photo de Sabine Portela "janela em Paradela do Rio"

Paradela_do_rio_3 "A freguesia de Paradela fica situada num vale, na margem esquerda do rio Cávado a cerca de 20 kms de Montalegre, e tem por vizinhas as aldeias de Fiães (3 kms), Outeiro (4 kms), Fervidelas (4 kms) e Covelo (3 kms).
O seu nome completo é Paradela do Rio e, por se implantar numa confluência de estradas, beneficia de uma excelente situação geográfica.
Goza de paisagens deslumbrantes quer vistas da freguesia, quer da anexa Ponteira, um povoado implantado em penedias fragosas (com uma “pedra bolideira” no Castro), até às margens da barragem.
Este pequeno povoado (Ponteira) terá sido o primitivo assento da paróquia.
Nesta freguesia existe um alto monte, conhecido por “Rocha da Ponteira”, onde, em tempos idos, se fez a extracção de ametistas.

Data do século III ou IV antes de Cristo a ocupação humana destas terras, como o atestam achados de três colares de ouro que foram encontrados próximos da albufeira, na margem esquerda do rio Cávado.
A sua origem remonta aos Celtas, sendo usados pelos chefes guerreiros como insígnias.
A existência destas três peças permite concluir o quão perfeita era já a indústria joalheira no período hispano-céltico, e a existência da exploração mineira de ouro antes do domínio romano.
D. Afonso III, em 1258, concedeu carta de aforamento de um casal a Pedro Durando e sua mulher, Maior Pelágio.
Paradela foi vigairaria da apresentação do reitor de Santa Maria de Viade, passando depois a reitoria.
Na Segunda Invasão Francesa, as tropas comandadas por Soult passaram por Ponteira e Paradela rumo a Montalegre, onde chegaram em
17 de Maio de 1809, depois de terem sido atacadas na ponte da Misarela por um grupo de Barrosões, que lhes infringiram inúmeras baixas."

extracto do site da junta de freguesia de paradela

Quem é o Padre Antonio Fontes

Foto de Carlos Pedro

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